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Empresa Resiliente

Mesmo antes da pandemia da Covid-19, as empresas já se deparavam com um mundo em transformação, com diversas mega tendências em curso. Dentre elas destacamos o uso da tecnologia, as mudanças climáticas, as novas gerações com valores e aspirações diferentes.


Enfim, já estávamos vivendo uma nova era disruptiva, bem diferente da racionalidade da revolução industrial. Já vivíamos num mundo mais dinâmico, mais conectado e mais humanizado.

Nenhum modelo de gestão de riscos conseguiu prever o impacto da pandemia. Mas o que faz algumas empresas se saírem melhor do que outras?

A empresa resiliente é aquela que se antecipa, reage rapidamente e se adapta diante de uma grande dificuldade. É aquela que tem capacidade de crescer na adversidade e consegue ter sucesso em um mundo de incertezas, que passará a ser parte do “novo normal”.


Mas quais são os atributos de uma empresa resiliente?

Em primeiro lugar, ela deve estar preparada culturalmente e não só tecnicamente para o novo mundo. Isto significa valorizar a diversidade, que agrega visões diferentes, contribuindo para se chegar às melhores decisões.


Criar um ambiente de aprendizado contínuo, seguro, em que os colaboradores compartilham dúvidas sem medo de se expor, abrindo caminhos para a inovação e aprendendo com os erros.


Deve também prezar pela ética nas relações com os stakeholders, já que sua atitude influencia as percepções sobre sua marca. O papel da liderança é fundamental, pois a coerência de seus atos estimula a união da equipe para se atingir os objetivos.


Ter um propósito ajuda a criar um senso de comunidade e uma visão de longo prazo que deve nortear o planejamento estratégico.


E do ponto de vista operacional, como se comportam as empresas resilientes?

Elas têm uma gestão eficiente do caixa, relatórios que fornecem informações confiáveis, permitindo a avaliação dos impactos nas operações e a eliminação de despesas não essenciais.


A avaliação de processos é importante para que esta redução de despesas seja decorrente de aumento de produtividade.


Esta crise expôs a fragilidade das cadeias de suprimentos, especialmente para empresas que tinham insumos importados e estoques praticamente zerados. Buscar o equilíbrio entre uma redundância que dê segurança à operação, sem desperdícios, é um grande desafio.


Uma estrutura de TI robusta e segura, que dá suporte a toda a operação é cada vem mais importante e prioritária, pois as relações com funcionários, fornecedores e clientes estão mudando tendo a tecnologia como base.

A lição que tiramos é que enfrentar a crise é fundamental, mas a visão de longo prazo não pode ser abandonada, especialmente para enfrentar as mudanças no comportamento do consumidor e nas relações com fornecedores e stakeholders.

O mundo mudou, as empresas terão que ser cada vez mais ágeis na elaboração de cenários e na adaptação de suas operações, de acordo com a evolução do ambiente de negócios, que ainda enfrentará muitas instabilidades.

Fonte da Imagem: Resiliência

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