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FinTech

Atualizado: 23 de Jun de 2019

Fintech, associação das palavras em inglês Finance e Technology, indica empresas inovadoras através de uso de tecnologia ligadas ao segmento financeiro.


O termo originalmente se referia à área de apoio (sistemas) das instituições financeiras, se expandindo no final da década de 2010 para uma grande variedade de atividades, se tornando bem abrangente. Engloba desde atividades tradicionais do mercado financeiro como empréstimos, até prestadoras de serviços com aplicativos de gestão financeira.

Um dos seus objetivos é fazer os serviços financeiros mais acessíveis ao grande público. Podem ser startups ou empresas estabelecidas buscando adaptar, agilizar e/ou ampliar sua forma de atuação.

A maior parte das startups se especializam em um determinado segmento, buscando atuar em nichos. As principais áreas de atuação no Brasil são:

  1. cartão de crédito (meios de pagamento)

  2. empréstimos

  3. investimentos

  4. captação de recursos (funding)

  5. seguros

  6. aplicativos de gestão financeira

  7. multisserviços

  8. negociação de dividas

O crescimento do segmento no Brasil está acelerado. Em ago/15, segundo relatório da Fintechlab eram apenas 80 startups. O relatório de fev/17 indicou 244 empresas. Em nov/17 mapeou 332 empresas.

Destaca-se o unicórnio Nubank, atuando em cartão de crédito por aplicativo, fundada em mai/13 . Outra empresa de destaque é o GuiaBolso, que começou como aplicativo de controle financeiro, no mercado desde abr/14 e já expandiu para outros produtos como empréstimos e radar de CPF. Em 30/abril/18 o Banco Inter, um exemplo de transformação digital, pois já operava desde 1994 (Banco Intermedium), abriu capital na bolsa de valores de SP. É considerado como a 1ª Fintech a abrir capital no Brasil. Tomara que seja a primeira de muitas.

Fintechs começam a ser regulamentadas no Brasil. Em 26/abril/18 foi aprovada a resolução 4.656/2018 pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) autorizando que dois segmentos de crédito possam atuar como instituições financeiras, trazendo maior segurança jurídica ao sistema.

São elas...

  1. Sociedade de empréstimo entre pessoas (SEP) – PEER2PEER (P2P)

  2. Sociedade de crédito direto (SCD)

No 1º caso se trata de empréstimos entre pessoas. A Fintech liga investidores com tomadores de crédito. Atualmente está limitado a R$15mil por emprestador para cada tomador de crédito, em até 3 plataformas, totalizando R$45mil.

No 2º caso, trata-se de empréstimos com recursos próprios. A SCD não pode captar recursos do público.

O Brasil é muito atraente para Fintechs, por ter uma grande população que não é atendida pelos bancos, pelas altas taxas de juros praticadas no mercado, pela escassez de crédito, bem como pela pouca educação financeira. A popularização de smartphones e sua consequente inclusão digital, também contribuem para a expansão. Estes fatores explicam o forte crescimento de startups neste segmento nos últimos 3 anos.

Especialistas acreditam que o volume de entrantes já está bem expressivo, e que será mais difícil conseguir sucesso para os que estão chegando, havendo uma seleção natural. O modelo de negócio precisa se mostrar constantemente inovador e demanda investimento pesado em tecnologia.

Leitora, você é cliente de alguma Fintech? Conte sua experiência para a gente na página do facebook.

Vamos continuar falando do assunto...

Fonte das imagens: FinTech

#Finanças #FinTech #Empreendedorismo #Transformação #Startup

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