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Índice de Sustentabilidade Empresas (ISE B3)

O ISE B3 (Indice de Sustentabilidade Empresas) foi criado em 2005 pela B3 (Bolsa de Valores de SP) como ferramenta para medir o desempenho de uma carteira de empresas listadas que são reconhecidas com o comprometimento da sustentabilidade.

Empresas sustentáveis geram valor ao acionista no longo prazo, tendem a ser mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais.

A elaboração da metodologia do ISE contou com a parceria Centro de Estudos em Sustentabilidade (Gvces) da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), somada ao apoio financeiro do International Finance Corporation (IFC). Na composição inicial foram consideradas 28 empresas.



Apesar de ser uma iniciativa interessante, o ISE “nunca vingou". Uma das explicações era a concentração de setores e atuação em setores controversos, como Petróleo.


A metodologia para inclusão no ISE foi alterada no final de 2021 para atender melhor ao mercado, passando a valer em 2022. Nesta nova versão a Bolsa procurou resolver críticas que afetavam a credibilidade do índice. Uma das alterações é a ponderação de cada companhia, em vez de valor de mercado, vai se basear em pontuação ESG.


A composição da carteira do ISE saltou de 47 empresas em 2022 para 70 em jan/23. Em maio/23 passou para 69 empresas com a retirada da Americanas (AMER3).


A indicação do mercado é que as pessoas passaram a dar mais relevância as praticas ESG após a pandemia de COVID19.


Independente do ISE, para quem deseja investir em ações, vale a pena aprofundar a análise das empresas que compõem o índice pois indicam alguma preocupação com sustentabilidade. Sabemos que não é tarefa fácil medir sustentabilidade corporativa. Teoricamente estas empresas são mais aderentes as práticas ESG e resilientes a crises.



 

Fonte da Imagem: (1) Posição de sustentabilidade on Freepik (2) Gráfico de desenvolvimento proprio

 
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