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Metaverso, Um Novo Universo?

O termo metaverso é atribuído a Neal Stephenson no livro “Snow Crash” (Nevasca), lançado em 1992, de ficção cientifica, onde o personagem na realidade é um entregador de pizza, e na vida virtual um príncipe samurai.

Metaverso é formado pela junção de (meta + universo). Meta ( μετά) em grego significa além, alterado, depois, mudança. Enquanto no latim está associado a objetivo.


O conceito considera a existência de realidade paralela, um universo digital imersivo, interativo e realista. A proposta é ambiciosa, espelhar o mundo real no virtual, com internet tridimensional. Nestes mundos virtuais, sim, podem ser vários, será possível trabalhar, socializar, jogar.


Metaverso - universo virtual

Metaverso é considerado mais amplo que realidade virtual - especialistas comparam os celulares “tijolões” dos anos 80 com os atuais smartphones para explicar a diferença.


Tecnicamente, existe uma estrutura real que permite a entrada neste mundo virtual, equipamentos como óculos de realidade aumentada, relógios e fones de ouvido, que permitem a sensação 3D (tridemensional). Os mais ousados pensam em implementar texturas e cheiros com roupas especiais.


Os videogames são considerados precursores na aplicação do conceito. Um game de sucesso de 2003 – Second Life – é usado como referência. Atualmente, metaverso ainda se confunde com o universo dos jogos.

Metaverso - Devo Aplicar em empresas de tecnologia real ou em ativos virtuais?

A limitação tecnológica, para os especialistas, explica a lenta (será??) evolução de sua aplicação. Mundos digitais avançados precisam de boa conectividade e equipamentos. A corrida ainda está no início, sendo disputada pelos gigantes de tecnologia nos próximos anos.


Por outro lado, pode ser apenas um modismo...


 

No mercado financeiro existe um enorme entusiasmo entre as empresas de tecnologia e investidores. A transformação está sendo considerada por alguns como uma nova mina de ouro. Investidores estão em busca de empresas promissoras.


É possível investir em ações de empresas de tecnologia, ETF´s e fundos de investimentos

Neste segmento se encontram empresas conhecidas e estabelecidas como as gigantes de tecnologia Microsoft, Alphabet (Google), Meta (Facebook) e potenciais.


Existem fundos especializados “em caçar” empresas com potencial de se diferenciar, esperam encontrar empresas com soluções disruptivas, como são consideradas a Microsoft ao lançar os computadores pessoais e a Apple com o smartphone.


Dentre os investimentos alternativos, se encontra os NFT´s (Tokens Não Fungiveis) que são ativos únicos comercializados neste universo virtual. Comparando com o mundo real, um exemplo seria obra de arte. NFTS são recentes, surgiram em 2015. Sendo extremamente arriscados.


No Brasil foi lançado o primeiro fundo de metaverso em nov/21.

Assunto novo e complexo. É possível entrar neste mercado de metaverso através de ações de empresas tradicionais de tecnologia ou através de produtos alternativos - ativos virtuais, neste caso, é recomendado muita cautela. Gostariam de compartilhar alguma experiência?

 

Fonte da imagem:

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